Um desenho para os mais pequenos colorirem:
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Sunday, February 09, 2014
Celebrar a Amizade
Na semana em que celebramos o dia de S. Valentim, eu gosto de celebrar o dom da amizade. Este ano, irei trabalhar a história do "Pedro e Tina".
Sunday, October 06, 2013
Sugestões para as primeiras aulas
Adoro esta história! Costumo explorar esta história nas primeiras aulas de EMRC do 1º ciclo. Principalmente nas turmas de 3º e 4º anos. Para as turmas de 1º e 2º anos recomendo este livro:
Tuesday, November 20, 2012
Óculos do Respeito
Para trabalhar o conceito de respeito pelas diferenças, aos alunos de EMRC do 3ºano, parti da história do Quadradinho e dos seus amigos, que encontrei na net (infelizmente sem a respetiva autoria).
A história foi recontada, pelos alunos, com o apoio de recursos visuais. Para os fazer, imprimi as figuras abaixo, em papel colorido e plastifiquei. Para a porta, utilizei feltro castanho.
Finalizámos a aula com a elaboração dos Óculos do Respeito, para nos lembrarmos de olharmos o mundo de forma diferente. Esta atividade resulta melhor com grupos pequenos. Bom trabalho! ;)
Saturday, October 20, 2012
A Fábula dos Ouriços
Já tinha partilhado AQUI esta fábula, mas volto a colocar o texto com algumas sugestões para trabalhar:
Este ouriço é uma sugestão do site Krokotak, onde podem encontrar o molde do ouriço.
Deve pedir-se as folhas com antecedência, aos alunos.
Encontrei AQUI este ouriço. Pode ser feito em grupo, cada aluno faz a sua própria mão e em conjunto criam um ouriço para a turma.
Este ouriço é o meu preferido! Encontrei-o Aqui, onde encontram fotos com todos os passos para o elaborar. Dá um pouco mais de trabalho, pois eu opto por levar a lã já cortada em pedaços. Assim os alunos só pintam e colam os pedacitos e consegue-se aproveitar o tempo da aula.
Este ouriço é feito a partir de caixas de ovos. É lindíssimo mas não dá para fazer numa aula de emrc. Mas pode ser feito em casa, é um bom projeto de família! Encontram o tutorial AQUI!
Saturday, March 31, 2012
O Homem que amava caixas
Trabalhei com os meus alunos de Educação para os Valores, esta história, no dia do Pai.
"Este livro, delicamente explora a complexidade das emoções envolvidas quando se ama alguém, e mostra que, às vezes, o amor pode ser demonstrado através de atos e não de palavras."
Sunday, March 04, 2012
O Gato e o Rato
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Elaborei esta apresentação, com base na obra com o mesmo nome: "O Gato e o Rato", para as aulas de Educação para os Valores.
Friday, November 25, 2011
O Leão tolerante e o Ratinho brincalhão
Aborrecido, o leão acordou, abriu aquela enorme boca e, mostrando umas grandes presas, assustou muito o ratinho que, tremendo e chorando, pensou que ia ser comido.
Porém, para grande surpresa sua, o leão olhou para ele e, com um sorriso tão grande como a sua cabeça, pediu-lhe que brincasse noutro lugar para que ele pudesse continuar a dormir a sesta. O ratinho surpreendido pela paciência do leão, desapareceu a correr e não voltou mais àquele lugar.
Certo dia, quando o elegante leão passeava pelo campo, ficou preso numa rede ali posta por um caçador. Foram tão fortes os seus rugidos que nenhum animal se atreveu a aproximar-se.
Só o ratinho chegou ao lugar e, ao ver o seu amigo em perigo, começou a roer a rede com os seus grandes dentes até o deixar livre.

Abraçaram-se e caminharam juntos pelos campos fora. E foi assim que o leão com a sua tolerância para com o pequeno ratinho, se salvou de ser caçado.

Saturday, September 10, 2011
Depende de nós

"Certa vez, um jovem chegou à beira de um oásis, junto a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:
- Que tipo de pessoas vive neste lugar?
- Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vem? Perguntou por sua vez o ancião.
- Oh! Um grupo de egoístas e malvados - replicou-lhe o rapaz - estou satisfeito de haver saído de lá.
A isso o velho replicou:
- A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.
No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:
- Que tipo de pessoas vive por aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta:
- Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu:
- Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.
- O mesmo encontrará por aqui, respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
- Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?
Ao que o velho respondeu:
- Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui. Somos todos viajantes no tempo e o futuro de cada um de nós está escrito no passado. Ou seja, cada um encontra na vida exactamente aquilo que traz dentro de si mesmo. O ambiente, o presente e o futuro somos nós que criamos e isso só depende de nós mesmos."
(Autor desconhecido)
Wednesday, March 16, 2011
Fernão Capelo Gaivota
Esta apresentação faz o resumo da obra: "Fernão Capelo Gaivota" de Richard Bach. Ideal para trabalhar o tema da Liberdade nas aulas de EMRC do 8ºano. Os alunos foram convidados a lerem o livro completo e a preencher esta FICHA DE LEITURA.
Sunday, February 20, 2011
Pintar o mundo
Estive a contar a história: "Pintar o Mundo"; aos alunos do 1ºano, para trabalhar o tema do valor da Humildade. Não li o texto, optei por contar a história recorrendo ao meu livro de feltro (que funciona como um quadro de feltro) e a imagens com velcro. Deixo aqui as imagens que imprimi, plastifiquei e coloquei velcro autocolante.

No final do conto e da sua análise, cada aluno coloriu um lápis de cor, com o seu nome e reforcei a ideia todos serem importantes, dentro da sua diferença.
Thursday, September 30, 2010
Ai! Ui!.... cuidado com os picos

Normalmente eu tenho alguns grupos com alunos de diferentes turmas. Utilizei esta história nas primeiras aulas, para aprofundar esta temática de aceitação e tolerância:
"Numa noite escura e fria, alguns ouriços descobrem que encostando-se uns aos outros têm menos frio. Aproximam-se cada vez mais, mas- ai! ui!- como são ouriços, acabam por se picar mutuamente. Espantados, afastam-se. Ora, quando se separam, voltam a sentir frio e lamentam-se por terem deixado o calor, mas também receiam picar-se novamente. Passado algum tempo e vencido o medo, voltam a juntar-se e novamente a picar-se. Apesar de tudo, aguentam-se assim, durante algum tempo até que descbrem que, se se mantiverem próximos a determinada distância, conseguem transmitir calor sem se ferir."
Fábula de Arthur Schopenhauer,
reelaborada por Sigmund Freud
Thursday, November 05, 2009
Sunday, October 25, 2009
Thursday, October 22, 2009
A Tartaruga
Comecei esta semana, finalmente, as aulas com o 1º ciclo. No primeiro ano, contei a História da Tartaruga e da festa no céu, com fantoches de dedo. Os alunos quiseram dramatizar a história (várias vezes), e no final, colorimos. Trabalhei o texto livremente, com base em imagens encontradas na net. Desconheço autor da história e ilustrações, se alguém conhecer, agradeço que me informe.
O Essencial

"Um dia, um dos maiores professores da Universidade, candidato ao Prémio Nobel da Paz, famoso em todo o mundo, chegou às margens de um lago. Pediu ao barqueiro que o levasse a dar um passeio na sua barca. O homem aceitou. E quando já estavam longe das margens do lago, o sábio começou a interrogá-lo. - Sabes história? - Não. - Então um quarto da tua vida está perdida. Sabes astronomia? - Não. - Então dois quartos da tua vida estão perdidos. Sabes filosofia? - Não. - Então três quartos da tua vida estão perdidos. De repente, levantou-se uma tremenda tempestade. O barco, no meio do lago, começou a agitar-se como uma casca de noz. Um vendaval muito forte. Gritando, o barqueiro perguntou ao professor: - Sabe nadar? - Não! - Então toda a sua vida está perdida!"
COMENTÁRIO:
Vimos à escola carregados com livros, porque queremos saber muitas coisas. Temos as nossas disciplinas preferidas. E talvez alguém pense que toda a sabedoria está em aprender tudo o que a ciência e a técnica nos têm para comunicar. Mas o professor do conto tinha essa sabedoria e não se salvou!
Nestes encontros fala-se de uma outra sabedoria. É aquela que nos vem da Palavra de Deus e nos fala do sentido da nossa vida. Diz-nos por que existimos, por que trabalhamos, por que nos amamos como irmãos, por que não erdemos a esperança mesmo nas dificuldades. É uma Palavra de Vida.
in "Bons-Dias" de Pedrosa Ferreira
Thursday, June 11, 2009
No País dos Poços
"No País dos Poços", é uma das minhas histórias favoritas. Tentei apresentar o diaporama no acantonamento de EMRC, mas não encontrei um projector de slides que funcionasse (parece incrível, não é?). Acabei por criar um pequeno guião, com o texto completo e algumas questões para os alunos trabalharem em grupo. Mais uma vez, podem encontrar o TEXTO e o GUIÃO em formato pdf.


Friday, April 27, 2007
Sementinha

Era uma pequena semente que foi lançada à terra. Que estranho lugar aquele! Era frio, escuro, não se via nada nem ninguém. Mas, passado algum tempo, a semente começou a sentir que a terra aquecia. O sol, seu amigo, poisava sobre ela os seus raios. Era bom sentir o calor! Outras vezes, o sol dava lugar à nuvem que ao passar deixava cair gotas de água para a refrescar. A semente achava que ia ficar diferente. Começou a espreitar e, lentamente, foi saindo da terra.Olhou para si e viu-se vestida de folhinhas verdes. Olhou à sua volta e viu flores de todas as cores e borboletas bailando sobre elas. O chilrear dos pássaros anunciava que chegara a Primavera. A vida nova enchia a terra inteira. O sol adormecia mais tarde e dava brilho a todas as coisas. O céu era muito azul e os pássaros voavam livremente. As rãs saltavam nos riachos e os grilos cantavam o dia todo. A transformação da semente ia sendo cada vez maior. Foi crescendo, crescendo, até que um dia se tornou numa grande árvore. A brisa passava e sacudia ternamente as suas folhas. Os pássaros encontravam ali o seu abrigo e os caminhantes refrescavam-se com a sua sombra e os seus frutos.As crianças brincavam e, quando estavam cansadas, encostavam-se ao seu tronco.
Se aquela semente não tivesse caído à terra, nunca chegaria a ser árvore!
Se aquela semente não tivesse caído à terra, nunca chegaria a ser árvore!
Monday, February 19, 2007
A Raposa e o Principezinho

Foi então que apareceu a raposa.
- Bom dia - disse a raposa
- Bom dia - respondeu delicadamente o principezinho, que se voltou mas não viu nada.
- Estou aqui- disse a voz- , debaixo da macieira.
- Quem és?- disse o principezinho. - És bem bonita...
- Sou uma raposa - disse a raposa.
- Anda brincar comigo- pediu-lhe o principezinho.- Estou tão triste...
- Não posso brincar contigo disse a raposa.- Não estou cativada.
- Ah! Desculpa,- disse o principezinho.
Mas, depois de reflectir, acrescentou:
- O que significa "cativar"?
- Não és daqui- disse a raposa-, o que procuras?
- Procuro os homens,- disse o principezinho.- O que significa "cativar"?
- Os homens- disse a raposa- têm espingardas e caçam. É muito aborrecido! Também criam galinhas. É a única coisa interessante que têm. Estás à procura de galinhas?
- Não- disse o principezinho-, procuro amigos. O que significa "cativar"?
- É uma coisas demasiado esquecida- disse a raposa.- Significa "criar laços...".
- Criar laços?
- Isso mesmo- disse a raposa.- Para mim tu não passas ainda de um rapazinho semelhante a cem mil outros rapazinhos. E não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Para ti eu não passo de uma raposa semelhante a cem mil outras raposas. Mas, se me cativares, precisaremos um do outro. Para mim tu serásúnico no Mundo. Para ti eu serei única no Mundo...
- Começo a compreender,- disse o principezinho.- Há uma flor... penso que ela me cativou...
- Bom dia - disse a raposa
- Bom dia - respondeu delicadamente o principezinho, que se voltou mas não viu nada.
- Estou aqui- disse a voz- , debaixo da macieira.
- Quem és?- disse o principezinho. - És bem bonita...
- Sou uma raposa - disse a raposa.
- Anda brincar comigo- pediu-lhe o principezinho.- Estou tão triste...
- Não posso brincar contigo disse a raposa.- Não estou cativada.
- Ah! Desculpa,- disse o principezinho.
Mas, depois de reflectir, acrescentou:
- O que significa "cativar"?
- Não és daqui- disse a raposa-, o que procuras?
- Procuro os homens,- disse o principezinho.- O que significa "cativar"?
- Os homens- disse a raposa- têm espingardas e caçam. É muito aborrecido! Também criam galinhas. É a única coisa interessante que têm. Estás à procura de galinhas?
- Não- disse o principezinho-, procuro amigos. O que significa "cativar"?
- É uma coisas demasiado esquecida- disse a raposa.- Significa "criar laços...".
- Criar laços?
- Isso mesmo- disse a raposa.- Para mim tu não passas ainda de um rapazinho semelhante a cem mil outros rapazinhos. E não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Para ti eu não passo de uma raposa semelhante a cem mil outras raposas. Mas, se me cativares, precisaremos um do outro. Para mim tu serásúnico no Mundo. Para ti eu serei única no Mundo...
- Começo a compreender,- disse o principezinho.- Há uma flor... penso que ela me cativou...
in "O Principezinho", de Antoine de Saint Exupéry
Monday, June 19, 2006
Conto Africano
Numa tarde de Verão, depois dos cantos e danças, todos se sentaram em redor do chefe da tribo. Ele fixou o olhar num dos seus guerreiros e começou a falar-lhes assim:
- Se alguém fizer mal ao teu irmão e tu quiseres vingar-te matando o assassino, faz o seguinte; senta-te, enche o cachimbo e fuma. Compreenderás então que a morte é um castigo desproporcionado e resolverás dar-lhe apenas uma boa sova.
Antes, porém, enche novamente o teu cachimbo e fuma até o esvaziares. Convencer-te-ás que, em vez da sova, bastaria uma boa repreensão. Se, entretanto, encheres o cachimbo pela terceira vez e ficares a reflectir até o esvaziares, ficarás persuadido que é melhor ir ao encontro do inimigo e abraçá-lo.
in "Bons dias" dePedrosa Ferreira
- Se alguém fizer mal ao teu irmão e tu quiseres vingar-te matando o assassino, faz o seguinte; senta-te, enche o cachimbo e fuma. Compreenderás então que a morte é um castigo desproporcionado e resolverás dar-lhe apenas uma boa sova.
Antes, porém, enche novamente o teu cachimbo e fuma até o esvaziares. Convencer-te-ás que, em vez da sova, bastaria uma boa repreensão. Se, entretanto, encheres o cachimbo pela terceira vez e ficares a reflectir até o esvaziares, ficarás persuadido que é melhor ir ao encontro do inimigo e abraçá-lo.
in "Bons dias" dePedrosa Ferreira
Saturday, June 17, 2006
Parábola do Monge e do Diamante
Um monge ia a caminho e sentou-se debaixo de uma árvore para passar a noite. Nisto, aproximou-se um aldeão, arquejado, para lhe dizer:
- Vá lá, rápido, dá-me a pedra, a pedra!
- Que pedra?- perguntou-lhe o monge.
O aldeão respondeu-lhe:
- A noite passada, sonhando, vi um santo, e assegurou-me que, vindo aqui durante a noite, encontraria um monge, que me daria a melhor e a maior pedra preciosa do mundo: e que assim tornar-me-ia rico para sempre.
O monge revistou o seu saco e deu-lhe um diamante, dizendo-lhe:
- Toma lá, pode ser que seja isto, quem sabe. Encontrei-o há dias, na estrada, enquanto ia a caminho.
O aldeão pegou ansiosamente no diamante, despediu-se extasiado, olhando-o por um bom bocado, e depois foi-se embora para casa a correr. Passou toda a noite às reviravoltas na cama. Estava tão nervoso que era incapaz de dormir.
No dia seguinte, foi à procura do monge e disse-lhe:
- Dá-me, por favor, a riqueza que permite que te desprendas com tanta facilidade deste maravilhoso diamante. Indica-me o teu tesouro.
in "Topas... outra ves?..."
- Vá lá, rápido, dá-me a pedra, a pedra!
- Que pedra?- perguntou-lhe o monge.
O aldeão respondeu-lhe:
- A noite passada, sonhando, vi um santo, e assegurou-me que, vindo aqui durante a noite, encontraria um monge, que me daria a melhor e a maior pedra preciosa do mundo: e que assim tornar-me-ia rico para sempre.
O monge revistou o seu saco e deu-lhe um diamante, dizendo-lhe:
- Toma lá, pode ser que seja isto, quem sabe. Encontrei-o há dias, na estrada, enquanto ia a caminho.
O aldeão pegou ansiosamente no diamante, despediu-se extasiado, olhando-o por um bom bocado, e depois foi-se embora para casa a correr. Passou toda a noite às reviravoltas na cama. Estava tão nervoso que era incapaz de dormir.
No dia seguinte, foi à procura do monge e disse-lhe:
- Dá-me, por favor, a riqueza que permite que te desprendas com tanta facilidade deste maravilhoso diamante. Indica-me o teu tesouro.
in "Topas... outra ves?..."
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